domingo, dezembro 10, 2017

Chicago: panorama view


O primeiro desenho em Chicago é a partir de uma vista maravilhosa e com um tempo incrível. No topo de um hotel há um bar com um terraço cheio de gente a acotovelar-se sobre o parapeito com a melhor vista. 
Em Lisboa é 1h30 da manhã. Aqui o dia ainda vai a meio. Eu passei 11 horas dentro de aviões para cá chegar. São menos seis horas que em Lisboa...

Começa assim a minha partilha da viagem a Chicago, em Julho passado. 
Sou sempre assim. Na semana em que mais stress e trabalho tenho pela frente, com o final das aulas à vista e avaliações para terminar, peguei no caderno das férias e fui digitalizar os desenhos. Será que há um inconsciente em mim a querer adiar o inevitável? Não sei... mas sabe-me sempre muito bem voltar aos cadernos passados meses...

quarta-feira, novembro 15, 2017

domingo, novembro 12, 2017

Assis: Simplicidade em vídeo



Pois é, no desenho, tudo se resume a três coisas: ponto, linha e mancha.
E na vida, será que também existem três pilares onde assenta tudo? Uma vez encontrados, teremos a capacidade de resolver qualquer problema com a simplicidade de um desenho...

O meu outro post sobre este exercício aqui.

segunda-feira, novembro 06, 2017

O caderno como oficina de excelência

Registo privado de Margarida Baptista misturado com apontamentos da disciplina de Português, 2012.


É esta quarta feira, dia 8 de novembro, pelas 11h, na Faculdade de Belas-Artes que irei defender a minha tese de mestrado. Aqui está um parágrafo que pode ajudar a decidir se querem ir assistir à defesa:

Pretende-se mostrar como o caderno escolar, objeto ancião no registo da aprendizagem, pode ser utilizado de forma simples e única para todas as disciplinas no formato de caderno-oficina. A sua utilização aparentemente caótica no início, depois de organizada, promove a criatividade e interligação entre as diferentes áreas, mostrando como os saberes se complementam em lugar de se compartimentarem, como acontece na utilização do dossier.

Curiosos? 
Apareçam!

sábado, novembro 04, 2017

Assis: Oferta em vídeo



São Francisco, quando decidiu viver apenas do que lhe ofereciam, por vezes, também recebia algo de requinte.

O olhar da Patrícia é sempre de uma beleza ímpar.
O meu post sobre o tema aqui.

domingo, outubro 29, 2017

Assis: pobreza em vídeo



A pobreza que S. Francisco decidiu abraçar é demasiado impactante. 
Demasiado radical.
Demasiado louca.
Demasiado apaixonante.

Aqui o olhar em vídeo é da Patrícia Pedrosa.
Os meus desenhos deste tema estão aqui.

sábado, outubro 14, 2017

Assis: o esplendor em vídeo



Este olhar diferente sobre os retiros acrescenta sempre algo especial.
O tema era o esplendor.
Escrevi sobre ele aqui.

segunda-feira, outubro 09, 2017

Alfabeto Lisboeta: nos limites


Há uns tempos, um amigo dizia-me:
- Mas porque é que têm sempre de me colocar fora da zona de conforto? Não posso melhorar dentro dos meus limites?

Não respondi, mas fiquei a pensar no assunto, nos nossos limites e se faz sentido ultrapassá-los ou não.
Penso muito na maravilhosa cidade de Lisboa, nos seus percursos, pessoas históricas que já cá viveram e tantos turistas que agora nos visitam.
Terá de haver uma razão muito forte para sair dos limites de Lisboa e ir para outro local.

Pois bem, esses limites lisboetas são o mote para o próximo Alfabeto Lisboeta.
Vamos pisar a linha das fronteiras. Todas elas, as geográficas e as outras.

Curiosos?
Posso enviar o programa por e-mail a quem estiver interessado em inscrever-se:

quarta-feira, setembro 13, 2017

Florence: Piazza della Signoria


Último desenho de Florença, mas não foi a última página do caderno. A última coisa que fazemos nunca é o fim. Os Médici governaram Florença durante séculos, mas o legado ficou.

Há mistérios que teimam em permanecer. O brasão da família Médici é um deles. Há muitas teorias, mas as mais oficiais dizem que continua a ser um mistério por desvendar.

Estou a escrever as conclusões do meu mestrado, mas de certeza que isto não ficará por aqui. 
Já percebi que não conseguimos antecipar o alcance de tudo o que fazemos. Resta-nos dar o melhor possível, trabalhar para ficarmos orgulhosos no presente, ainda que, por vezes, orgulho seja a capacidade de assinalar os erros, o que ficou como não se queria, mas que só vemos tarde demais. 
Em vez de ocultar, revelar. 

No meu desenho, o Palácio Vecchio ficou estreito, pois foi...
Mas o polícia em primeiro plano ficou bem.
E as cores de Florença são mesmo estas.
E uma página com texto lembra-me que o caderno é um diário e não apenas um caderno com desenhos.

Quando terminar as conclusões do mestrado vou encontrar pequenas falhas nos outros capítulos, pois vou...
Quando receber as correções do orientador vou achar que vai ficar tudo mesmo bem.
Quando imprimir e entregar as cópias vou encontrar, de certeza, falhas que nos escaparam aos dois, é garantido.
Mas como a última coisa que fazemos nunca é o fim, ainda bem que encontramos falhas. Elas são o ponto de partida para o próximo projeto!